segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Novidades Musicais

Na semana passada tive finalmente acesso a alguns dos discos lançados este ano por algumas das minhas bandas favoritas, nomeadamente:

- "Neon Bible", Arcade Fire
- "White Chalk", PJ Harvey
- "Sam's Town", The Killers
- "Volta", Bjork

Devo desde já que às primeiras audições aprovo com distinção os Arcade Fire, cujo disco representa claramente um passo em frente e a consolidação do projecto, uma consequência natural do excelente antecessor ("Funeral") sem cair na repetição.

A PJ Harvey voltou a surpreender-me. Depois de um disco tão ácido como o "Uh Uh Her", vem a candura de um disco essencialmente de voz e piano. A rever, mas a comprovar logo à primeira audição a versatilidade desta Senhora e que a voz dela nunca soará mal.

Os The Killers parecem-me assinar um disco altamente irregular, com poucos pontos altos. Muito inferior à estreia, portanto. Ainda lhe vou dar novas oportunidades, mas parece-me que irei desde já estar à espera do seu próximo lançamento.

A Bjork lançou um disco que me parece continuar o anterior "Medulla", infelizmente no que este tinha de pior. Os discos da Bjork nunca são fáceis, mas este parece-me que não irá melhorar a opinião que tenho dele com futuras audições.

terça-feira, 13 de novembro de 2007

Concertos

Por já não ter arranjado bilhete já não fui ver os Massive Attack. Felizmente porque eles vieram repetir o concerto das suas últimas 4 (!?) passagens por Portugal. E repetir o bónus da passagem mais recente: a presença da Elizabeth Frasier.

Como não vou estar cá para ir ver os Editors, vou guardar energias para ver o Brian Warner. Para quem não sabe quem é, dá pelo nome artístico de Marilyn Manson...

quinta-feira, 6 de setembro de 2007

Uma repetição agradável?

Acabo de ler que vai estrear um novo filme do realizador checo Milos Forman, há muito radicado nos EUA. Este filme debruça-se sobre a figura de Goya e segundo pelo que li promete.

Pelo menos para mim promete um regresso à utilização de uma figura histórica da cultura mundial, depois do brilhante Amadeus - dos anos 80, que retratava a inveja entre os compositores Mozart e Salieri - para se debruçar sobre fraquezas humanas como a inveja ou a manipulação.

Já está no topo da minha lista para essa deslocação.

Abertura

Como post de abertura, nada melhor que revelar a expectativa que musicalmente esta semana me abre.

Anteontem adquiri 2 CDs sobre os quais faço recair muita expectativa: "Our Love To Admire" (Interpol) e "An End Has A Start" (Editors).

Curiosamente duas bandas que sobressaíram - e até certo ponto surpreenderam com as suas actuações - nos Super Bock Super Rock dos últimos 2 anos. Editors em 2006 e Interpol em 2007.

Ainda é muito cedo para emitir uma opinião sobre estes dois novos discos, mas desde já posso afirmar que a tarefa destas bandas se apresentava difícil face aos antecessores.

Se o "The Black Room" dos Editors rodou incansávelmente no meu leitor durante o ano passado, recentemente tenho andado a deleitar-me com o fantástico "Turn On The Bright Lights" dos Interpol.

Obviamente que voltarei a estes 2 novos discos em breve.